Assim como no trabalho, é possível traçar metas para alcançar uma vida amorosa eficiente e feliz .
E selecionamos os sete hábitos que realmente são eficientes para os casais. Confira!

1. Usar a rotina a favor Acredite: nem sempre a rotina, apesar do que muita gente pensa, é a vilã número 1 dos relacionamentos amorosos. Bem dosada e administrada, ela ajuda a organizar a vida do casal e a dar uma gostosa (e mais que bem-vinda) sensação de segurança. “O problema é quando há exagero nessa rotina”, argumenta a psicóloga Suzy Camacho, de São Paulo. Em outras palavras, previsibilidade. “É importante incluir na relação algumas ‘quebras’ na forma de surpresas e imprevistos, mas apelar para isso o tempo todo também pode provocar desgastes”, acredita. O equilíbrio é o que garante o prazer contínuo de estar juntos. “Depois de um determinado tempo, os casais costumam partir para algo mais calmo”, comenta a publicitária e consultora amorosa Adrianna Grannah, do Rio de Janeiro. “Na minha opinião, o que vai inovar a chama do relacionamento é variar os lugares para o namoro, como fazer uma viagem romântica ou dar uma escapada para um motel no meio do expediente. Como a intimidade do casal já foi consolidada, é complicado inovar o sexo propriamente dito. Então, o que vale é renovar o desejo de um pelo outro, e a mudança de ambiente propicia isso”, completa.

2. Fazer planos juntos Lutar por um sonho em comum não só fortalece a união como dá identidade e sentido ao casal. Os objetivos podem ser desde os mais complexos – fazer um cruzeiro pelo mundo ou comprar um imóvel maior – até os mais simples, como planejar a compra de um sofá ou visitar um novo restaurante no próximo fim de semana. É fundamental, porém, que o casal trace estratégias para alcançar suas metas. Investir em uma caderneta de poupança também é uma boa ideia, mesmo que os depósitos tenham valores “simbólicos”: R$ 50 por mês, por exemplo.

3. Não brigar virtualmente Crises e pendências devem ser resolvidas ao vivo e em cores. Portanto, nada de apelar para o MSN ou o e-mail para desabafar tudo o que está sentido. “As palavras escritas têm muito mais força do que as verbalizadas. E, ainda por cima, dão margem para interpretações dúbias ou extremamente subjetivas”, alerta Suzy Camacho, que também aponta o telefone como um meio de comunicação a ser evitado em momentos de raiva. Suzy, inclusive, recomenda que as pessoas fujam de discussões quando se sentem alteradas. “O melhor é ir cada um para um lado esfriar a cabeça e conversar depois de uma meia hora. Com os pensamentos no lugar, fica mais fácil escolher as palavras certas e não ofender o outro”, diz.

4. Impor-se perante a família Já dizia a sua avó: quando a gente casa, não casa somente com o marido ou com a esposa, e sim com a família toda da pessoa. O ditado tem lá sua cota de verdade, mas isso não significa permitir que os familiares se intrometam em tudo. Na ânsia de querer ajudar, muitos pais e sogros extrapolam os limites e acabam palpitando e dando conselhos que não foram solicitados – comportamentos mais comuns quando as questões envolvem crianças (os netinhos queridos). É essencial que o casal saiba filtrar as opiniões sem magoar os parentes. Uma boa dica é dizer que vão pensar nas sugestões, mas que sempre colocarão em prática o que decidirem que é melhor para os dois e/ou as crianças. “Mesmo que o casal erre, é importante mostrar que querem amadurecer e aprender juntos, unidos”, pondera Suzy.

5. Colocar as coisas nos devidos lugares Esse hábito altamente eficaz é calcado em uma dica bem simples, mas que muita gente tem dificuldade em colocar em prática: os problemas do trabalho devem ficar no escritório, ou seja, não podem contaminar a relação. O conselho é útil principalmente para os casais que trabalham juntos. Lembre-se: a vida não está fácil para ninguém. Trânsito enlouquecedor, excesso de responsabilidades, pouco tempo para lazer e descanso… Se as pessoas permitirem que as mazelas do dia a dia prejudiquem a qualidade de seu relacionamento, certamente não vai demorar muito para que ele se torne um fracasso.

6. Só para os homens – saber ouvir Essa dica tem a ver com a anterior. Em teoria, os problemas do escritório deveriam ficar por lá sempre ao final de cada expediente. No entanto, tem dias que é impossível não sair do trabalho com a cabeça cheia e o humor azedo. Encontrar em casa um porto seguro na forma de um parceiro atencioso e paciente é um alento e tanto. Nesse quesito, porém, as mulheres dão de dez a zero nos homens, que não têm lá muita paciência para os martírios femininos. “O marido precisa aprender a saber ouvir. Às vezes a mulher quer apenas desabafar, e não ouvir opiniões. Ela não quer solução, mas, sim, fazer um desabafo” explica a consultora de relacionamentos Adrianna Grannah. Isso vale, rapazes, principalmente para os momentos de TPM.

7. Só para as mulheres – cultivar vida própria Os homens sempre arrumam um tempinho para um chope com a turma do escritório ou um futebol com os amigos do clube. Boa parte das mulheres, no entanto, reduz drasticamente (em quantidade e qualidade) sua vida social quando namoram “firme” ou se casam. Um equívoco e tanto, pois uma mulher que cultiva hobbies, interesses diferentes e seu próprio círculo de amigos é muito mais interessante e sexy – inclusive aos olhos do parceiro. “Eu recomendo às alunas dos meus cursos que sempre deixem o namorado ou marido um pouquinho inseguro. Por exemplo, ao sair sozinha ou com as amigas, desligue o celular de propósito e depois dê a desculpa de que acabou a bateria”, aconselha Adrianna Grannah. Essa aura de mistério – e preocupação – é tiro e queda para mantê-lo ligado em você. Outra sugestão, dessa vez de Suzy Camacho, é não contar tudo nos mínimos detalhes para o parceiro. “Ele não precisa saber daquela brincadeirinha maliciosa, mas inocente, que o colega do escritório ou da academia fez com você. Para que arrumar encrenca com uma informação que não vai agregar valor algum à relação?”, questiona. Uma dose de ciúme faz bem, mas alimentá-lo pode ser fatal.

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